E mais um dia se passou sem incidentes, que é como quem diz, sem tocar em doces. Mais uma prova superada: a de ir ao supermercado com fome. Entrei e saí trazendo apenas o que tinha planeado.
Isto não quer dizer que me ande a portar totalmente bem. Ainda não regressei ao desporto, não estou a beber um terço da água que devia e o meu jantar de ontem, por exemplo, foi um cachorro com meia dúzia de batatas fritas (feito em casa, menos mal).
Mas ando a tomar um pequeno almoço decente e a controlar-me bem durante todo o dia. O jantar é sempre mais complicado porque janto com o meu namorado. Lá chegarei.
Entretanto sinto o meu corpo a desinchar de tanta porcaria. Mais um dia, menos 200g. Estou com 69 kg certinhos. Em dois dias perdi quase 1 kg, e sem fazer desporto, só por cortar nos doces e controlar melhor as quantidades!
Quero voltar bem rápido aos 66,3 kg que continuam marcados lá em cima na barrinha, e esquecer que tive este deslize.
Ontem tive um grande stress aqui no trabalho. Mas felizmente agora tenho um gabinete só para mim. Fechei a porta e chorei o que tinha para chorar. Depois recolhi toda a informação e fui expôr os meus argumentos. E entretanto também tratei de encontrar uma solução para o problema que não fui eu que causei.
Toda a gente falha, mas detesto que ponham a minha palavra em dúvida, que digam que são desculpas, quando nem se dignam a falar comigo (estava a falar com um ao telefone e a ouvir o outro a gritar por trás). Enfim, ao longo da nossa vida vamos deparar-nos com muita falta de educação e civismo. É aguentar.
E hoje é sexta! Que é o que interessa!
Beijinhos e bom fim de semana!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Fixe!
De ontem para hoje o meu peso desceu 700g. Estou com 69,2 kg. Ainda assim mais 2,9 kg que o peso de Novembro (se não me engano).
Depois de me ter custado tanto sair dos 67 sinto-me uma burra autêntica por me ter deixado engordar outra vez... enfim.
Estou no quarto dia sem doces e a aguentar-me. Já passei por duas provas difíceis, onde costuma ser mais complicado conter-me: um almoço com pessoal de trabalho, num restaurante tipo buffet com mil e uma sobremesas, e um pequeno-almoço fora de casa com o meu namorado, em que os bolinhos frescos são aqueeela tentação. Prueba superada! Para já...
Beijinhos
Depois de me ter custado tanto sair dos 67 sinto-me uma burra autêntica por me ter deixado engordar outra vez... enfim.
Estou no quarto dia sem doces e a aguentar-me. Já passei por duas provas difíceis, onde costuma ser mais complicado conter-me: um almoço com pessoal de trabalho, num restaurante tipo buffet com mil e uma sobremesas, e um pequeno-almoço fora de casa com o meu namorado, em que os bolinhos frescos são aqueeela tentação. Prueba superada! Para já...
Beijinhos
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
A regressar... aos poucos
Hoje finalmente ganhei coragem para me pesar. Estou com 69,9 kg, ou seja, mais 3,6 kg do que o peso mais baixo que atingi.
Desde que nos tinham roubado a moto (e passei a andar de transportes) foi o descalabro porque não conseguia arranjar tempo para fazer desporto. A isso se juntaram as festas e deu este belo cocktail.
Mas nada está perdido. Lentamente estou a regressar aos bons hábitos. Não estou a cortar com tudo de uma vez, mas pelo menos não toco em doces há dois dias e meio (não me gozem!). Acreditem, para quem estava a comer doces tooodos os dias este passo dói um bocadinho. Mas tenho de limpar o meu corpo do vício do açúcar.
Acho que a nuvenzinha negra que andava por estes lados (começo a acreditar em mau olhado e invejas) finalmente se está a dissipar. E o solzinho que hoje espreita também ajuda.
Um abraço a todas
Desde que nos tinham roubado a moto (e passei a andar de transportes) foi o descalabro porque não conseguia arranjar tempo para fazer desporto. A isso se juntaram as festas e deu este belo cocktail.
Mas nada está perdido. Lentamente estou a regressar aos bons hábitos. Não estou a cortar com tudo de uma vez, mas pelo menos não toco em doces há dois dias e meio (não me gozem!). Acreditem, para quem estava a comer doces tooodos os dias este passo dói um bocadinho. Mas tenho de limpar o meu corpo do vício do açúcar.
Acho que a nuvenzinha negra que andava por estes lados (começo a acreditar em mau olhado e invejas) finalmente se está a dissipar. E o solzinho que hoje espreita também ajuda.
Um abraço a todas
domingo, 9 de janeiro de 2011
Finalmente fui ao médico
Já tinha ido por causa do pé, já tinha ido por causa do pulso, já me tinham inclusive encaminhado para a cirurgia.
Também já tinha perguntado a mais que um médico o porque de ter tantas tendinites de forma tão repetida, de forma tão generalizada. Ombros, pulsos, pés, cotovelos, anca... tudo isso me tem doído. Umas vezes mais, outras menos. Nalguns sítios desaparece por completo e volta depois, noutros sítios a dor está sempre presente, com diferente intensidades.
A resposta: coincidência.
Desta vez bati o pé. Expliquei que a minha mãe começou há muitos anos com os mesmo sintomas e que como nunca ninguém ligou ainda não tem um diagnóstico definitivo. Expliquei que muitas das mulheres da minha família têm doenças reumáticas. E exigi saber o que se passa comigo. Não quero ficar inválida. Tenho 26 anos e a dores já começam a comprometer demasiado a minha vida.
É triste termos de ser nós a exigir a atenção dos médicos. Eu desconto não só para a Segurança Social como também para a ADM. Tratamento médico não é uma esmola. é um direito. E desta vez não vou parar até que me dêem respostas.
Também já tinha perguntado a mais que um médico o porque de ter tantas tendinites de forma tão repetida, de forma tão generalizada. Ombros, pulsos, pés, cotovelos, anca... tudo isso me tem doído. Umas vezes mais, outras menos. Nalguns sítios desaparece por completo e volta depois, noutros sítios a dor está sempre presente, com diferente intensidades.
A resposta: coincidência.
Desta vez bati o pé. Expliquei que a minha mãe começou há muitos anos com os mesmo sintomas e que como nunca ninguém ligou ainda não tem um diagnóstico definitivo. Expliquei que muitas das mulheres da minha família têm doenças reumáticas. E exigi saber o que se passa comigo. Não quero ficar inválida. Tenho 26 anos e a dores já começam a comprometer demasiado a minha vida.
É triste termos de ser nós a exigir a atenção dos médicos. Eu desconto não só para a Segurança Social como também para a ADM. Tratamento médico não é uma esmola. é um direito. E desta vez não vou parar até que me dêem respostas.
Antes de mais
Estive uns tempos afastada deste cantinho. Motivos? Vários. Desde trabalho até às tantas, lidar com a desilusão de ter falhado um grande objectivo, incapacidade de ter tempo para desporto desde que nos roubaram a mota e tenho de andar de transportes, incapacidade de tomar uma atitude em relação ao meu peso...
E quando volto deparo-me com a triste notícia do falecimento de uma querida companheira de luta. Fiquei chocada. Eu e a Daniela tínhamos a mesma idade...
Caí em mim e vi a sorte que tenho só por estar cá, só por ainda ter os que amo comigo.
Por isso, para 2011, doze as passas mas só um desejo: SAÚDE. Para mim e para os meus. E só.
Não digo que não me vão ouvir (ler) a queixar-me. Faz parte de mim. Mas tenho que aprender a valorizar o mais importante.
Os meus mais sinceros sentimentos à família da Daniela. Que finalmente tenha descanso onde está.
E quando volto deparo-me com a triste notícia do falecimento de uma querida companheira de luta. Fiquei chocada. Eu e a Daniela tínhamos a mesma idade...
Caí em mim e vi a sorte que tenho só por estar cá, só por ainda ter os que amo comigo.
Por isso, para 2011, doze as passas mas só um desejo: SAÚDE. Para mim e para os meus. E só.
Não digo que não me vão ouvir (ler) a queixar-me. Faz parte de mim. Mas tenho que aprender a valorizar o mais importante.
Os meus mais sinceros sentimentos à família da Daniela. Que finalmente tenha descanso onde está.
domingo, 5 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Desabafo
O meu peso anda um pouco a reboque dos sabores e dissabores da minha vida. Os meus comportamentos passam de 8 a 80 consoante esteja numa fase mais ou menos estável, mais ou menos feliz, mais ou menos stressada.
Quando ando muito calada... já se sabe que a altura não é das melhores.
Neste momento não sei o que fazer depois de tantos planos falhados. Tudo falhou: plano A, plano B e plano C. Como é que é possível?
Sinceramente não tenho plano D, não tenho forças, não tenho apoio de ninguém que pense como eu. Faltam-me as ideias para dar a volta ao problema. E a única solução que me surge implica ir contra os meus valores.
O Natal cada vez me parece mais um sacrifício. Mais um ano em que não vou fazer árvore e desta vez nem vou ter com a minha família, esteja ou não de serviço.
Por isso neste momento não sei qual é o meu peso, não sei o que tenho em casa de comida, não sei o que vai ser o jantar, não sei quando vou ter tempo para desporto. Não sei nada.
E só me apetece compensar-me com comida: massas com muto queijo, bolos com muito creme, chocolate...
Quando ando muito calada... já se sabe que a altura não é das melhores.
Neste momento não sei o que fazer depois de tantos planos falhados. Tudo falhou: plano A, plano B e plano C. Como é que é possível?
Sinceramente não tenho plano D, não tenho forças, não tenho apoio de ninguém que pense como eu. Faltam-me as ideias para dar a volta ao problema. E a única solução que me surge implica ir contra os meus valores.
O Natal cada vez me parece mais um sacrifício. Mais um ano em que não vou fazer árvore e desta vez nem vou ter com a minha família, esteja ou não de serviço.
Por isso neste momento não sei qual é o meu peso, não sei o que tenho em casa de comida, não sei o que vai ser o jantar, não sei quando vou ter tempo para desporto. Não sei nada.
E só me apetece compensar-me com comida: massas com muto queijo, bolos com muito creme, chocolate...
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